POLITEAMA - Sarau Diverso
Roda de amigos, experiências musicais, compartilhamento de culturas, vivência coletiva de sentimentos, concentração de emoções, vontade de abraçar o mundo e fazer com que o mundo nos abrace. Esse é o objetivo de um projeto que começou com base na admiração.Admiração por nós mesmos, por nossos artistas, pela nossa cultura (tão miscigenada, rica, cheia de nuances e onde cada um de nós consegue se enxergar como se fosse o personagem principal da história), e pela vontade de propagar tudo isso.Somos artistas, somos músicos, somos poetas, somos contadores de histórias, somos público e somos entusiastas. E nosso entusiasmo rompeu a barreira das nossas salas e quintais pela vontade de mostrar nosso trabalho e agregar outras pessoas como nós, que vivem e respiram arte.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
sábado, 12 de julho de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Química

Desabam calmamente pequenas delicadezas do céu
Rio como quem recebe graças
ou cócegas
Para que olhar a origem
se me basta olhar a frente?
Diâmetros e cronômetros variados
soprados do fôlego
que olha docemente
Intimidades flutuavam
a quem quisesse ver:
Eu já senti nojo de mim
quem sabe (de) você também!
Sono,
alma em festa
e desafios em aurora
esperam seu fenecer
Água , detergente
transformação:
minha vida exposta
em bolinhas de sabão
Barbara Leite
quarta-feira, 30 de abril de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Parceria Fruto do Sarau

Escolhi a minha primeira postagem nesse blog do nosso sarau, para colocar um poema que foi musicado pelo Heitor Branquinho, que conheci no sarau!
A música ficou linda! A letra segue abaixo!
Beijos em todos!
AINDA AGORA
Ela brincou de dor debaixo da chuva
alimentou-se das gotas dos temporais
olhou seu corpo e encontrava-se nua
vestida apenas com seus somados ais
Brincou de cabra cega com o passado
usou a venda nos olhos como amuleto
tateou e experimentou sabor amargo
saturou-se de brincar de ser brinquedo
Restos de lágrimas molhavam seu colo:
-É tarde,
mas ainda é agora!
E brincou de roubar coroas de reis
reaprendeu a ser nua com estranhos
recomeçou a brincar de era uma vez
ignorando teses do seu olhar castanho
Restos de sorrisos enfeitavam seu rosto:
-É tarde,
Mas ainda é agora!
Barbara Leite
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